OPNION



Entre os dias 19 de Outubro e 01 de Novembro de 2020, as ações de combate ao tráfico de fauna divulgadas na mídia, resultaram em quase 1.500 animais apreendidos. Além dos animais vivos, as apreensões continham subprodutos da caça e pesca ilegais, entre os quais: 8.319 Kg de pescado; peles; carcaças; ovos; partes de animais; e 1.138 Kg de carne de caça. No total, foram identificadas pelo menos 66 espécies da fauna nativa.



AUTUANTES NAS APREENSÕES

Polícia Militar: ES, MG, MT, PE, RJ, SC, SP

Polícia Militar Ambiental: AL, AM, ES, MT, MS, SE, SP, RJ, SC

Polícia Civil: CE, RS, SC, SP, RS

Delegacia do Meio Ambiente – DEMA: RS

Polícia Militar Rodoviária: MG, SP

Polícia Rodoviária Federal: AC, AL, BA, MG, MS, MT, PE, PI, SC

Delegacia de Combate à Corrupção – DECOR: CE

Delegacia de Combate aos Crimes de Lavagem de Dinheiro – DCLD: CE

Departamento de Recuperação de Ativos – DRA: CE

Guarda Municipal da Prefeitura da Cidade: RJ

Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade – ICMBio: AL

Secretaria Municipal de Meio Ambiente: RJ

Secretaria Estadual do Meio Ambiente: RS

Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH: PE


Para ver as notícias sobre o tráfico de fauna divulgadas neste período, acesse os links abaixo:


O Observatório do Tráfico faz um levantamento quinzenal das ações de combate à coleta, manutenção e comércio ilegal de fauna silvestre no Brasil. Seu objetivo é contribuir para a conscientização sobre esse grave problema e também mostrar o trabalho intenso e incansável de diferentes instituições de fiscalização e aplicação da lei.

Os dados recolhidos pelo Observatório do Tráfico são das ações que foram noticiadas pela mídia.

É importante ressaltar que muitos animais comercializados ilegalmente não são detectados e apreendidos. Além disso, nem todas as ações de combate ao tráfico de fauna são noticiadas e, portanto, acabam não sendo incluídas na compilação do Observatório.

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Entre os dias 06 e 18 de Outubro de 2020, as ações de combate ao tráfico de fauna divulgadas na mídia, resultaram em quase 1300 animais apreendidos representando ao menos 60 espécies da fauna nativa. Além de animais vivos, as apreensões continham subprodutos da caça e pesca ilegais, entre os quais, 9750 kg de pescado, peles, carcaças, partes de animais e carne de caça.



Para ver as notícias sobre o tráfico de fauna divulgadas neste período, acesse os links abaixo:


O Observatório do Tráfico faz um levantamento quinzenal das ações de combate à coleta, manutenção e comércio ilegal de fauna silvestre no Brasil. Seu objetivo é contribuir para a conscientização sobre esse grave problema e também mostrar o trabalho intenso e incansável de diferentes instituições de fiscalização e aplicação da lei.

Os dados recolhidos pelo Observatório do Tráfico são das ações que foram noticiadas pela mídia.

É importante ressaltar que muitos animais comercializados ilegalmente não são detectados e apreendidos. Além disso, nem todas as ações de combate ao tráfico de fauna são noticiadas e, portanto, acabam não sendo incluídas na compilação do Observatório.



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Os crimes contra a vida silvestre podem ser uma fonte de futuras pandemias; enfrentá-lo deve ser incorporado em direito penal internacional.

A Iniciativa Global para Acabar com o Crime Contra a Vida Silvestre divulgou detalhes de um possível novo avanço com um acordo legal no combate ao crime de vida silvestre que pode ajudar a evitar futuras pandemias relacionadas com a vida silvestre.

Apesar dos graves impactos de tais crimes, não temos um acordo global sobre crimes contra a vida silvestre e as leis de comércio de animais silvestres existentes não são aplicadas de forma adequada.

Freeland é um dos “Champions” da “End Wildlife Crime”, uma aliança de indivíduos e organizações que apoiam a necessidade de reformas legislativas para punir o crime contra a vida silvestre.

O proposto “Protocolo contra o Tráfico Ilícito de Espécimes da Fauna e Flora Silvestres”, seria criminalizar o tráfico ilícito intencional de espécimes da fauna e da flora silvestres. A negociação e a adoção de qualquer novo protocolo é uma questão dos Estados (países), e se essas reformas propostas avançarem será determinado pelos Estados Partes da UNTOC.

Este é o segundo documento informativo sobre a reforma do direito internacional divulgado pelo EWC, sendo o primeiro um conjunto de emendas propostas à Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Silvestres Ameaçadas de Extinção Fauna e Flora (CITES) para incluir critérios de saúde pública e saúde animal nos processos de tomada de decisão da Convenção.

Apesar dos riscos para a saúde pública e a saúde animal do comércio, mercados e hábitos de consumo de animais silvestres de alto risco, as leis atuais de comércio de animais silvestres não levam em consideração as questões de saúde pública ou animal.


Os cientistas estimam que 6 em cada 10 doenças infecciosas conhecidas em pessoas são zoonóticas, o que significa que são transmissíveis entre animais e humanos. Das doenças infecciosas emergentes, 3 em cada 4 têm origem na vida silvestre. Os cientistas estão cada vez mais preocupados com a disseminação de patógenos zoonóticos e, à luz da devastação causada pelo COVID-19, seu potencial impacto humanitário e econômico.



Saiba mais sobre a iniciativa em https://endwildlifecrime.org

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